8 de agosto de 2015

Il ritorno di coloro che non erano

     As férias - feliz ou infelizmente - acabaram. O bom de estudar no colégio que eu estudo é que a cada bimestre tudo muda, as salas, as oficinas, os colegas de sala, os colegas de equipe, os horários - excepcionalmente, até o prédio -, e por ai vai. E eu creio que é nesse ponto que o Sesi me ganha. Não suporto rotina. Enfim, meu questionamento dessa vez é, "já que a rotina mudou, porque não mudar a mim mesma?" Mudar as atitudes, as opiniões, as decisões, o comportamento, aprimorar o que somos.
     O fato é que vivemos num mundo perturbado pela comodidade: é tão mais cômodo permanecer o mesmo, sem desafios, sem novidades, sem movimento, e na realidade, sem vida. Estamos tão acostumados com nossa zona de conforto, com a nossa realidade, seja ela qual for, que deixamos de vivenciar a vida, de participar dela, de pôr-se a disposição do universo. Deixamos como está, e não queremos fazer nada para mudar, pode até ser que queremos e desejamos a mudança, mas queremos que ela ocorra sem o nosso esforço. Um gritante exemplo dessa infeliz situação é a assustadora crise.      É, eu sei, ouvimos falar tanto sobre ela que já se tornou banal, e é esse o grande erro. A crise é fruto do comodismo dos brasileiros, somos nós os culpados, nós que diante das autoridades cheias de promessas, escândalos e por fim, mentiras, deixamos que o comodismo tomasse conta da sociedade e a tão aclamada "geração coca-cola" embriagou-se e tornou-se submissa, ignorante e cômoda, entregando seu suado dinheiro e o que restou da sua "incansável" dignidade aos luxos de políticos corruptos e gananciosos. E esses por fim transformaram o governo brasileiro num legítimo exemplo da cultura do "pão e circo". Só que esse "pão e circo" tornou-se apenas "circo" dentro do planalto, já que agora que o pão está caro, e é escasso em muitos lares brasileiros. E há quem diga o contrário, há quem creia que as coisas vão se ajeitar sem nenhuma mudança da nossa parte. Há quem ainda acredite nos mesmos políticos que estão "fudendo" com o Brasil - desculpas pelo termo, mas há definição melhor? Mas será que não é tempo de tomar uma atitude, de mudar, de "andar pra frente", de voltarmos a ser a geração coca-cola do nosso querido Renato Russo? Porque, sinceramente, que país é esse?
     Por fim deixo aqui minha humilde reflexão, e minha proposta, a qual não traria mudanças apenas para o nosso querido e sofrido Brasil, mas também para a tua própria vida: tente algo novo, saia da tua zona de conforto, da tua comodidade, viva e promova a mudança!

PS: Abraços a você que teve a coragem de ler até o fim <3

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